Ainda no Aeroporto Internacional documentando o embarque, estávamos conversando sobre o quanto estávamos anciosos, e especulando o que nos aguardava naquele país. O tempo estava limpo pra vôo, sendo assim nada de atrasos como já havia virado rotina nos aeroportos brasileiros há algum tempo… Conversamos também se conseguiríamos aproveitar bem nossas 12 horas na França, que na verdade acabariam por ser umas 8 ou 9 descontando o check-in e tal, apesar de não ser o destino final, era a primeira vez que nós dois conheceríamos Paris e também estávamos um tanto anciosos pra saber como seria a recepção e aceitação, já que houvíamos histórias quanto à relutância deles em falar inglês…

Apertando o 'start'

Céu limpinn limpinn.
Ainda no Brasil, perguntei pra uma amiga algumas coisas básicas e ela de pronto me ajudou, decorei algumas coisas e com cara de cachorro em porta de igreja eu perguntava: *’Bonjour, comment allez-vous? Je suis brésilien et je ne parle pas français, désolé … vous parlez anglais?’
*Bom dia, como vai? Eu sou brasileiro e não falo francês, me desculpe… você fala inglês? E funcionou muuuito bem. Os fraceses deram o jeito e arriscaram algum inglês e nos viramos. Engraçado, é muito doido pedir informação como quem pede esmola, puta que paril…