Archive for the ‘Dia 02’ Category

23 de outubro de 2008, centro de Tokyo, dia dois.

05/04/2009

Acordamos cedo pra cacete (pra quem dormiu quase duas da manhã), eram 6 horas. Mônica me disse “Rico tâmo em Tokyo!” e eu, romântico, respondi: “Poorra amô, é mermo, hihihiiii!” Paguei um banho, tomamos um cafezinho no quarto e nos encontramos com Ricardo e Shion no hall do hotel às 08:30.
Isso, depois de saborear um tipo de docinho que tem a textura de um rocambole, do tamanho e formato de um biscoito recheado, mas com recheio de feijão preto doce que parecia chocolate.

Parece chocolate, mas é feijão!

Parece chocolate, mas é feijão!

Bolinhos e Docinhos.

Bolinhos e Docinhos.

Partiríamos então para uma viagenzinha de 40 minutos, pela linha de metrô Ginza, até a primeira atração a ser visitada: o grande templo Senso-Ji em Asakusa.

Já tô vendo a entrada do templo...

Já tô vendo a entrada do templo...

Todo mundo sorrindo pra foto: "Whiiisskyyy"!

Todo mundo sorrindo pra foto: "Whiiisskyyy"!

Árvore exótica

Árvore exótica

Meninas na lanterna

Meninas na lanterna

Portão Hozo-Mon.

Portão Hozo-Mon.

Raijin, o Deus do trovão.

Raijin, o Deus do trovão.

Fuujin, o Deus do vento.

Fuujin, o Deus do vento.

Entalhe em madeira na boca da lanterna gigante (parte inferior) da entrada principal.

Entalhe em madeira na boca da lanterna gigante (parte inferior) da entrada principal.

Portão Hozo-Mon. Outro ângulo

Portão Hozo-Mon. Outro ângulo

Uniformes idênticos aos dos animes

Uniformes idênticos aos dos animes

Duas sandálias aos viajantes. Seguança na ida e na volta.

Duas sandálias aos viajantes. Seguança na ida e na volta.

O templo Senso-Ji, também conhecido como Asakusa Kannon, é o templo mais sagrado da cidade. No ano de 628 d.c., dois pescadores acharam no Rio Sumida uma estatua de ouro de Kannon, que é a deusa budista da misericórdia.
O mestre dos pescadores construiu um santuário para Kannon. Em 645 o santo homem Shokai dedicou-lhe um templo. A fama, a riqueza e o tamanho do templo foram crescendo com o passar do tempo e Ieyasu Tokugawa doou-lhe um grande terreno.

O bairro boêmio Yoshiwara avançou para essa direção em 1657, aumentando sua popularidade. O templo resistiu ao grande terremoto de 1923, mas não as bombas da Segunda Guerra Mundial, infelizmente (sábia frase de quem disse: que “em uma guerra não há vencedores”). Os prédios principais são relativamente novos, mas no estilo do período Edo. Logo na entrada a maior lanterna feita no Japão que veríamos por todos os lugares onde andamos. Uma parada absurda de mais de 5 metros de altura e com algo em torno de 2 metros de diâmetro! Era o Portão Hozo-Mon. Construído em 1964 com concreto reforçado, esse portão de dois andares, continha no andar de cima uma espécie de sala dos tesouros com vários sutras (regras de moral) chineses do século 14.

Corredor de lanternas na direção da entrada do templo

Corredor de lanternas na direção da entrada do templo

Cachos de Monstros, robôs e pokemons...

Cachos de Monstros, robôs e pokemons...

Essas máscaras são todas feitas em papel.

Essas máscaras são todas feitas em papel.

Muita habilidade. Escrita precisa, kanjis perfeitos.

Muita habilidade. Escrita precisa, kanjis perfeitos.

Talhando peças em madeira

Talhando peças em madeira

Depois um corredor imenso de lojinhas, o Nakamise-dori. Um tesouro de atrações tradiconais pra compra de souvenirs: leques, kimonos, roupas, hashi, as famosas bonecas ichimatsu-ningyo, máscaras e etc.
O portão Kaminarimon (portão do trovão), que foi queimnado em 1865 e só foi reconstruído em 1960, tinha as estátuas de dois guardiães chamados Fujin (o da direita) e Raijin (na esquerda), medindo quase 4 metros tem seus corpos novos, mas as cabeças são antigas (não sei se data da construção original).

Criançada no passeio com o colégio. A cor do boné define a idade do meliante.

Criançada no passeio com o colégio. A cor do boné define a idade do meliante.

Altares com Jizos: agradecimentos e preçes para as crianças.

Altares com Jizos: agradecimentos e preçes para as crianças.

Passando o portão, ao lado esquerdo uma pagoda de 5 andares (é isso mermo “pagoda”! Não é “pagode” como se costuma ler por aí. Pagode é o caralho! Isso é aquela galhofa que insistem em chamar de música), que na verdade é uma réplica do original que foi reconstruída em 1973.

PagodA

PagodA

Os "pé-de-cana" reunidos!

Os "pé-de-cana" reunidos!

Sobre os Tanukis:
O Tanuki faz parte da mitologia japonesa desde tempos antigos. Um animal místico que é travesso e alegre, mestre no disfarce e na troca de formas.
Enquanto as histórias das raposas são muito sérias, as do tanuki são mais divertidas. Também mais ingênua, dizem que o tanuki adora saquê e é freqüentemente retratado com uma garrafa de saquê em uma mão e uma nota promissória na outra (uma conta que ele nunca paga).  Até hoje suas estátuas podem ser vistas especialmente do lado de fora de restaurantes e bares para atrair clientes. Muitas vezes confundido com o mujina, é culpado por todas as aparições fantasmagóricas. Parece ter uma queda por bebidas, comidas e mulheres. Adora pegar folhas e transformá-las em dinheiro, enganando todos. Também é bom em virar objetos inanimados.

Atrás da pagoda, o jardim Dembo-in, um cantinho tranquilo usado como centro de treinamento para monges. Magistral, todo harmônico desde o gramado aos bambuzais, os arranjos de madeira e um pequeno rio.

Centro de treinamento para monges.

Centro de treinamento para monges.

Jardim Dembo-in.

Jardim Dembo-in.

Riozinho dentro do templo.

Riozinho dentro do templo.

Coi = Carpas.

Coi = Carpas.

Numa parte do jardim, um Bosatsu meditando em cima de uma flor de lótus

Numa parte do jardim, um Bosatsu meditando em cima de uma flor de lótus

Detalhe do telhado

Detalhe do telhado

Mais Hannyas pelo telhado.

Mais Hannyas pelo telhado.

Sobre as Hannyas:
Hannya é uma mascara dotada de dentes ameaçadores, boca grande e chifres. A sua imagem expressa dor, ciúme e tristesa feminina. A Hannia representa a raiva de uma mulher, que após muita raiva e ciúmes, adiquire este aspecto. Acredita-se que a máscara Hannya tem o poder de afugentar os maus espíritos. Hannya é a transcrição japonesa do termo sâncrito Prajna, que no Budismo designa a Sabedoria dos Budas. É o tema central do Sutra do Coração da Perfeição da Sabedoria, cujo título em japonês é “Hannya Shingyo”

Foo Dog de Pedra

Foo Dog de Pedra

Foo Dog de mármore, guardiões do templo

Foo Dog de mármore, guardiões do templo

Seguindo chega-se a capela Awashima. Dedicada a uma deusa que protege as mulheres. Ao lado um pequeno templo hexagonal que é um sobrevivente raro do século 15.
Antes da entrada do pavilhão principal tem um queimador de incenso (joukoro), que atrai as pessoas que acreditam que suas emanações as mantêm saudáveis.

Purificação

Purificação

Fonte da entrada

Fonte da entrada

Lava-se mãos e boca antes de se entrar num templo

Lava-se mãos e boca antes de se entrar num templo

Esse símbolo não é nazista. Esse é budista.

Esse símbolo não é nazista. Esse é budista.

No pavilhão principal (datado de 1958).

No pavilhão principal (datado de 1958).

Pintura centenária.

Pintura centenária.

Tudo ouro. Esse registro ficou bem mais ou menos, já que era a única forma permitida de fotografar o altar do pavilhão principal...

Tudo ouro. Esse registro ficou bem mais ou menos, já que era a única forma permitida de fotografar o altar do pavilhão principal...

Na outra ponta (direita) o santuário Asakusa Jinja, construído em 1969, é um santuário dedicado aos homens que encontraram a estátua da deusa Kannon.
E finalmente o pavilhão principal (1958). Dentro dele, o santuário prncipal é laminado em ouro e é onde fica a imagem original de Kannon, realmente impressiona pela beleza e pelo zelo.

Saída frontal do templo Senso-Ji

Saída frontal do templo Senso-Ji

Saída traseira do templo Senso-Ji

Saída traseira do templo Senso-Ji

Terminado o rolé zen, e ainda transitando pelo norte de Tokyo, partimos pro Parque Ueno, mais especificamente pro Ueno Zoo (Aaeeeee!!! Vamo vê o panda!), mas antes o pseudo-almoço, porque já eram quase 2 da tarde e ninguém é de ferro!

Culinária da vizinhança

Culinária da vizinhança

Antiquário em Askusa

Antiquário em Askusa

Pseudo-almoço porque almocei um triângulo de arroz enrolado em alga marinha com recheio de tuna (atum) e maionese, bebendo pra acompanhar uma Pepsi white.
Só no Japão que tem essas porra. Pepsi white é uma edição limitada da pepsi (como já escrevi) que só sai aqui no Japão numa determinada estação do ano, no caso outono.
Ela parece com uma bebida que vende aqui chamada calpis, só que mais gasosa. Ela tem iogurte na composição misturado com água gaseificada e blá blá blá…
Se você provavelmente não conhece nem uma nem outra, num esquenta não, foda-se, dá pra morrer sem experimentar isso.

O grande parque Ueno em Tokyo. Museus, Zoológico, Templo...

O grande parque Ueno em Tokyo. Museus, Zoológico, Templo...

Chegando ao parque Ueno tem uma porrada de parada interessante pra ver: Museu Metropolitano de Arte, Museu Nacional de Ciências, Museu de Arte Ocidental, Museu Nacional de Tokyo, o Mausoléu de Shogi Tai (que é cheio de lápides dedicadas aos samurais mortos na batalha de Ueno em 1868), o Pavilhão Kiyo-Mizu, que é parte do templo Kanei-ji original datado de 1631, e é dedicado a Senju (mil homens armados) da deusa Kannon (encontra-se também uma estátua de Kosodate Kannon, a padroeira da concepção), tudo isso foi totalmente ignorado! Fomos direto pro Zoo ver o panda-gigante!

Panda agora, só esse aí... Até acharem outro.

Panda agora, só esse aí... Até acharem outro de verdade.

Chegando na bilheteria (as meninas ouriçadas pelo panda-gigante), foi que tivemos a notícia: o panda morreu! O panda tava morto! Acabou!
Não tinha mais panda-gigante naquela porra! Serve urso polar? Serve panda vermelho? Pinguim? Não! Não servia nada disso!
Elas queriam só ver o panda-gigante, e ficaram muito tristes e desapontadas.
A principal atração do lugar, que já estava com 21 anos, havia morrido e o que é pior sem deixar herdeiro! Porque certa vez tentaram colocar uma fêmea na mesma jaula e não deu certo, a coitada foi rejeitada. O panda pode ter dois problemas:
1- Ou ele é bem seleto e exigente quanto às suas escolhas, ou seja, pensa que não achou o pau no lixo e não come qualquer mocoronga, ou:
2- É um tanto assexuado, como o Morrissey o antigo vocalista do “The Smiths”, e não gosta de meter. O que causa revolta em toda a comunidade científica de pesquisadores e estudiosos ambientais do mundo inteiro.

Já começamos eu e Ricardo a rir… O passeio já tava valendo a pena. Qualquer dia desses capturam outro na mão de algum caçador e repõem o bicho no zôo. Já que depois desses traumas de cativeiro não conseguem mais sobreviver no meio selvagem.
Antes chorar a mãe dele (do panda) do que a minha. Pra consolação das meninas uma foto com o boneco do panda da entrada, que é o mascote do parque.

Foto de entrada

Foto de entrada

Ao lado pode-se avistar uma pagoda de 5 andares, datada do século 17 que é remanescente do templo Kanei-Ji.
A visita ao Zoo foi muito interessante, cheia de momentos “National Geographic”. Documentei com fotos e filmes coisas curiosas e animais que não temos no zoológico carioca (arrisco dizer em nenhum zoo do Brasil), nem em outra ilha do mundo.
Panda vermelho, Urso preto das montanhas do Japão, uma porrada de pássaros, aves diversas, pingüins, crianças, etc.

Crianças. Excursões por toda a parte.

Crianças. Excursões por toda a parte.

Macaco barbudo.

Macaco barbudo.

Macaco Rabiola.

Macaco Rabiola.

Macaco Elvis.

Macaco Elvis.

Macaco da ilha Hokkaido.

Macaco da ilha Hokkaido.

Planeta dos macacos

Planeta dos macacos

Urso de Hokkaido

Urso de Hokkaido

Se preparando pro tchibum

Se preparando pro tchibum

slide

slide

Urso preto. Esse fica nas florestas, mais pro norte de Honshu.

Urso preto. Esse fica nas florestas, mais pro norte de Honshu.

Urso preto ou urso da montanha.

Urso preto ou urso da montanha.

Gangue dos pinguins.

Gangue dos pinguins.

Surf's Up

Surf's Up

Franguinho japonês

Franguinho japonês

Ano que vem (2010) é o ano do tigre.

Ano que vem (2010) é o ano do tigre.

King of the jungle.

King of the jungle.

Jaula dos Leões

Jaula dos Leões

Jaula dos Gorilas

Jaula dos Gorilas

De longe parece mico preto, mas o macaco era grande.

De longe parece mico preto, mas o macaco era grande.

Tipo de tamanduá

Tipo de tamanduá

Cacatuas ou maritacas?

Cacatuas ou maritacas?

Jaula do panda vermelho

Jaula do panda vermelho

Água tava batizada! Colocaram algum energético no pote desse bicho...

Água tava batizada! Colocaram algum energético no pote desse bicho...

Difícil de tirar uma fota boa, o bicho não parou dois segundos. Parecia que tava na rave!

Difícil de tirar uma fota boa, o bicho não parou dois segundos. Parecia que tava na rave!

Saída do Zoo, já nos efeitos de início de inverno...

Saída do Zoo, já nos efeitos de início de inverno...

Cansados pra burro, com poucas horas de sono e ainda na adaptação do novo fuso horário, além de ter andado alguns quilômetros nessa brincadeira toda, fomos para o hotel.
Fomos pro hotel é o caralho rapá!! Num é todo dia que se vai pro Japão! Vamo aproveitar bastante nessa porra e foda-se o cansaço, e vamo pro museu, Aaaeeeeee!!!!
Já na saída do Zoo (tivemos que ir embora porque ele estava fechando), começou a chover a tivemos que correr um pouco até o Museu, porque esse parque é grande pra cacete e a distância de um pro outro era bem longa.

Tokyo National Museum, Ueno Park - Tokyo

Tokyo National Museum, Ueno Park - Tokyo

Ainda no complexo do grande Parque Ueno, o Tokyo National Museum! Veríamos a exposição: “Celebrating the 350th Anniversary of Ogata Korin’s Birth Treasures by Rimpa Masters”
Chegamos! Pinturas centenárias! Exposição fodassa de arte do período Edo. O período Edo foi muito próspero pro povo no Japão, em especial nas artes.
Houve um grande investimento nas artes: pinturas, esculturas, teatro, etc. Foi um período sem guerras e de muita harmonia e fartura.
Pelo que se relata foram os 300 anos mais felizes do Japão, por se ter um governo voltado para o povo. Vimos entre utensílios pessoais, como pentes, potes, leques e outros, uma riqueza de detalhes muito grande. Nota-se a dedicação em tudo que é feito, até nas pequenas coisas.
Havia também exposto um biombo de um 8 metros, todo com folhas de ouro, com um desenho numa das pontas do deus do vento (ilustração que estampa toda a propaganda dessa exposição, cartaz de divulgação, o ticket de entrada, etc) e na outra extremidade o deus do trovão.

Saindo do Museu quase expulso pelos guardas, que já estava na hora de fechar e nós não arredávamos o pé, partimos pro hotel (agora sim).
Mônica não agüentou (foi quem sofreu mais com a adaptação do horário) e preferiu dar uma dormidinha, que duraria só até 01:30 da manhã, (sendo que ela apagou as 08:20 da noite), ferrando com o meu descanso que iria começar por volta das 23:30 daquela noite.
Saímos eu, Ricardo e Shion, fomos para um restaurante perto do hotel, jantamos, tomamos umas cervas, trocamos uma idéia sobre o que houve de mais manero no dia, sobre minha tatuagem e sobre o roteiro do dia seguinte, após isso tudo, voltamos pro hotel e a Shion ficou na internet pesquisando e preparando o roteiro do dia seguinte, nisso, eu e Ricardo fomos explorar a noite na vizinhança.
Andamos até uma rua que é meio que, claro nas devidas proporções, mal comparando o saara no centro Rio de Janeiro, mas era o saara do Japão.
Coisas baratinhas vindas da China: tênis, roupas, bonés e etc, mas como estava tarde da noite quem estava trabalhando ali naquela hora na reposição do estoque não nos permitiu ver nada, pois já haviam fechado e pediam para que voltássemos no dia seguinte.
Seguindo no rolé descompromissado e totalmente sem bússola, fomos parar sem planejar (quero que fique claro), agora veja você, num antro de clubinhos! Vários clubinhos estavam a nossa volta pelas ruas em que estávamos transitando naquele presente momento.
O mais engraçado é que éramos os únicos estrangeiros por aquelas ruas, e, obviamente fomos abordados. 3 vezes!
A primeira vez, um creolom ofereceu-nos inocentes drinks no clubinho para o qual trabalhava.
A segunda abordagem ficou por conta de uma senhoura já de uma certa idade (aparentava algo por volta de um pouco mais de 50 anos…) como uma puta velha, aliás, melhor dizendo, cafetina experiente, lembrava-me um pouco o host do filme “Um Drink no Inferno” (não sei se era o Cheech ou o Chong) com o bruxo do filme “Aventureiros do Bairro Perdido”, oferecia uma bimbada a 100 doletas no clubinho que ela representava.
E o último um japa do alto dos seus 40 anos muito bem apessoado e bem trajado, foi o mais agressivo, aliás, incisivo, apontava para o meu mijão e perguntava se gostaria de uma massagem especialmente aplicada por japonesas de família, mas muito capacitadas e talentosas por apenas míseros 20 dólares no clubinho para o qual trabalhava… É amiguinhos, com as ofertas melhorando de preço a cada quarteirão que passávamos, estava na hora da retirada estratégica em rumo do retorno para o hotel, pois minha falecida avó (sábia mulher), proferia a máxima: “Não atenta, que o ferro entra!”.

psicografando_o_resumo_do_dia

Como um Chico Xavier, eu psicografava o que mais tarde, para o deleite de muitos, viriam a ser mais de 32 mil caracteres digitados de sensacionais relatos. Um tipo de diário de bordo da nossa 'honey moon' cheio de histórias engraçadas e acontecimentos insólitos, rsrsrs...